O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quinta-feira (9), três leis que ampliam a proteção às mulheres vítimas de violência no Brasil.

As novas medidas fortalecem o combate à violência contra a mulher e aumentam o rigor contra agressores. Além disso, fazem parte de uma estratégia nacional para reduzir casos de violência doméstica e feminicídio.

Monitoramento eletrônico de agressores

Uma das principais mudanças no combate à violência contra a mulher é a obrigatoriedade do uso de tornozeleira eletrônica.

Com isso, será possível acompanhar a localização do agressor em tempo real. Em alguns casos, a vítima receberá alertas caso ele se aproxime.

Dessa forma, a medida garante mais segurança. Além disso, reforça o cumprimento das decisões judiciais.

Nova lei reconhece violência vicária

Outra novidade é a inclusão da violência vicária na legislação.

Esse tipo de crime ocorre quando o agressor atinge familiares ou filhos para causar sofrimento emocional à mulher. Agora, a prática passa a ser punida com mais rigor.

Além disso, a mudança amplia a proteção legal às vítimas.

Criação de nova data nacional

O pacote também institui o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra Mulheres e Meninas Indígenas.

A iniciativa busca dar visibilidade ao problema e incentivar políticas públicas específicas.

Declaração do presidente

Durante a sanção, Lula afirmou que o enfrentamento da violência exige ações contínuas.

Segundo ele, o problema é estrutural e deve ser combatido com leis, educação e políticas públicas.

Medidas ampliam proteção

As novas leis têm como objetivo:

Assim, o país avança no enfrentamento à violência contra mulheres

Edição: Edilson Correia

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