A quarta-feira, 22 de abril de 2026, marca um dia histórico para o mercado de trabalho brasileiro. Isso acontece porque a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara analisa hoje a admissibilidade da PEC que propõe o fim da escala 6x1.

A quarta-feira, 22 de abril de 2026, marca um dia histórico para o mercado de trabalho brasileiro. Isso acontece porque a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara analisa hoje a admissibilidade da PEC que propõe o fim da escala 6×1.

Certamente, este movimento atende a uma forte pressão popular e promete reformular a relação entre patrões e empregados. Portanto, se a proposta for aprovada, ela seguirá para etapas decisivas que podem mudar a rotina de milhões de brasileiros ainda este ano.

O que está em jogo na votação da CCJ?

O objetivo principal da reunião de hoje é definir se a proposta é constitucional. Nesse sentido, o relator, deputado Paulo Azi, já apresentou um parecer favorável ao texto. No entanto, após diversos pedidos de vista que atrasaram o processo, o clima em Brasília agora é de total urgência.

É importante destacar que a aprovação na CCJ não altera a lei imediatamente. Apesar disso, ela abre caminho para a criação de uma Comissão Especial. Dessa forma, os deputados poderão debater detalhes práticos, como a redução da carga horária e os prazos de adaptação para as empresas.

Escala 5×2 ou 4×3: Qual será o modelo adotado?

Congresso. O texto original sugere a escala 4×3, que prevê quatro dias de trabalho e três de folga. Por outro lado, o governo e os setores do centro buscam um equilíbrio mais sustentável para a economia.

Consequentemente, o modelo que ganha mais força nos bastidores é a escala 5×2. Nesse formato, o trabalhador teria dois dias de folga semanal com uma jornada de 40 horas. Além disso, este modelo é visto como um “meio-termo” ideal para evitar impactos negativos imediatos no setor de serviços.

Os principais benefícios da mudança:

Impactos econômicos e próximos passos

As entidades patronais expressam preocupação com o aumento de custos. Para mitigar esse impacto, o Congresso discute uma transição gradual. Setores como serviços e varejo podem ter prazos maiores para se ajustar à nova regra.

O presidente da Câmara, Hugo Motta, pretende levar a votação ao plenário até o final de maio. Se o cronograma for mantido, o Brasil poderá ter uma nova jornada de trabalho oficializada ainda no primeiro semestre de 2026.

O que você achou da proposta? Acredita que a escala 5×2 é a melhor solução para o Brasil?

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