
O acordo de paz entre Trump e Zelensky voltou ao centro do debate internacional neste domingo (28). Os presidentes dos Estados Unidos e da Ucrânia se reuniram em Mar-a-Lago, na Flórida, para discutir os detalhes finais de um plano que pode encerrar quase quatro anos de guerra. O encontro é considerado o avanço mais significativo desde o início da invasão russa, em 2022.
Durante a reunião, Donald Trump afirmou que as negociações estão 95% concluídas. Segundo ele, o documento conta com cerca de 20 pontos que abordam segurança, território e compromissos diplomáticos. sobre as negociações trump-diz-que-zelensky-e-putin-querem-acordo-de-paz/
A conversa ocorreu poucas horas depois de a Rússia lançar um ataque massivo com drones e mísseis contra Kiev. A ofensiva aumentou a tensão no momento em que os líderes tentam moldar o acordo de paz entre Trump e Zelensky.
De acordo com a Associated Press, Zelensky demonstrou disposição para negociar temas sensíveis, como fronteiras e garantias militares. Porém, ele reforçou que qualquer pacto deve proteger a soberania ucraniana e impedir novos ataques.
Trump também conversou com o presidente russo, Vladimir Putin. O Kremlin informou que ambos rejeitaram uma proposta de cessar-fogo temporário apresentada pela Europa, defendendo que isso apenas prolongaria o conflito. Saiba mais trump-meu-prazo-e-fazer-com-que-guerra-acabe-e-nao-para-fechar-acordo-russia-ucrania/
Mesmo com avanços, pontos importantes seguem sem consenso. O status das áreas ocupadas pela Rússia permanece como o maior impasse no acordo de paz entre Trump e Zelensky. A equipe ucraniana continuará nos Estados Unidos para novas reuniões, e Trump afirmou que pretende apresentar uma versão final do plano em breve.
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