Intervenção emergencial foi comunicada ao Ministério Público após danos provocados pelo temporal. Área apresenta histórico de problemas estruturais e é objeto de ação civil pública.
Foto: Rafael Macri/PMM.

Intervenção emergencial foi comunicada ao Ministério Público após danos provocados pelo temporal. Área apresenta histórico de problemas estruturais e é objeto de ação civil pública.

A Prefeitura de Maringá informou ao Ministério Público do Paraná (MPPR) que realizará a retirada emergencial de trechos danificados da pista emborrachada do Parque do Ingá. A medida foi necessária após o temporal que atingiu a cidade na madrugada de segunda-feira (2), deixando partes do piso em condições inadequadas para a circulação de pedestres.

A intervenção será realizada na Avenida São Paulo, nas proximidades do Colégio Regina Mundi. Segundo a administração municipal, o objetivo é garantir a segurança da população e restabelecer as condições de mobilidade no entorno do parque.

A retirada do material comprometido permitirá a recuperação das condições de circulação, após a área estar totalmente segura.

Prefeitura comunicou intervenção ao Ministério Público

A comunicação ao Ministério Público considera que a pista emborrachada é objeto de uma ação civil pública em andamento.

Como os trechos remanescentes também fazem parte das provas relacionadas ao processo judicial, a Prefeitura informou ao órgão sobre a necessidade de realizar a intervenção emergencial em razão dos danos provocados pelo fenômeno climático.

A administração municipal afirma que a prioridade é evitar acidentes e garantir a circulação segura de pedestres, sem prejudicar as medidas judiciais em andamento.

Pista apresenta histórico de problemas estruturais

Entregue em 2021, a pista emborrachada do Parque do Ingá apresentou problemas estruturais em diferentes ocasiões.

Em fevereiro de 2022, parte do piso foi levada pela enxurrada. Em 2023, novas chuvas fortes provocaram danos em outros pontos. Já em setembro de 2026, outros dois trechos se desprenderam após episódios de chuva intensa.

Diante desse histórico, a Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município, solicitou em setembro deste ano à 1ª Vara da Fazenda Pública autorização judicial para retirar o material remanescente.

Ação judicial busca ressarcimento aos cofres públicos

A autorização judicial é necessária porque os trechos ainda existentes constituem elementos de prova na ação civil pública conduzida pelo Ministério Público do Paraná.

O processo busca o ressarcimento aos cofres públicos em razão de problemas estruturais identificados na pista.

A Prefeitura reforça que a retirada emergencial motivada pelos danos do temporal tem como prioridade a segurança da população e a manutenção da mobilidade, sem prejuízo da continuidade das medidas judiciais.

Fonte: Prefeitura de Maringá. www.maringa.pr.gov.br

Matéria produzida com base em informações oficiais da Prefeitura de Maringá.

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