O Programa Edilson Correia em Comunidade reuniu três mães atípicas para discutir os desafios da inclusão, a importância da rede de apoio e a força do acolhimento às famílias de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Assista à entrevista completa e ajude a ampliar essa mensagem de conscientização.

O Programa Edilson Correia em Comunidade, exibido pela TV Ingá, promoveu uma edição especial dedicada às mães atípicas, reunindo histórias de amor, superação e compromisso com a inclusão. Além disso, a entrevista apresentou diferentes experiências de mulheres que convivem diariamente com os desafios do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Dessa forma, o programa mostrou como o acolhimento e a informação podem transformar vidas.

Apresentado por Edilson Correia, o programa contou com a participação de Andreia Meireles, fundadora do Instituto TEA Maringá, Beatriz Cordeiro Rosa, pedagoga e supervisora da rede municipal de ensino, e Larissa Sarri, mãe atípica e defensora da inclusão. Durante a conversa, as convidadas compartilharam experiências pessoais, desafios enfrentados pelas famílias e a importância de fortalecer políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência.

Rede de apoio fortalece famílias

O principal destaque da edição foi a história de Andreia Meireles, que transformou a experiência com o diagnóstico do filho, Davi, em um projeto que hoje beneficia centenas de famílias.

Há dez anos, ela fundou o Instituto TEA Maringá com o objetivo de oferecer orientação, acolhimento e apoio às famílias de pessoas com autismo. Além disso, em 2026, a instituição recebeu o título de Utilidade Pública, reconhecimento que amplia as possibilidades de firmar convênios, captar recursos e expandir os atendimentos em Maringá e região.

“São dez anos de trabalho que agora ganham um novo fôlego. Esse título não é apenas um documento; é uma ferramenta para ampliar parcerias e levar acolhimento a muito mais famílias”, afirmou Andreia.

Desafios da maternidade atípica

A rotina de conciliar profissão, terapias e cuidados com os filhos também marcou a entrevista.

A pedagoga Beatriz Cordeiro Rosa falou sobre a experiência de acompanhar o desenvolvimento do filho Miguel, de cinco anos, diagnosticado com TEA e TDAH, enquanto atua como supervisora da rede municipal de ensino.

Segundo ela, a inclusão precisa acontecer diariamente e envolver toda a sociedade.

“Precisamos que a sociedade entenda que o acolhimento é o primeiro passo para o desenvolvimento dessas crianças”, destacou.

Além disso, Beatriz ressaltou que o apoio da família, da escola e dos profissionais especializados faz toda a diferença no processo de desenvolvimento infantil.

Informação gera autonomia

Outro momento importante da entrevista foi o depoimento de Larissa Sarri, mãe de Joaquim, de oito anos, que possui autismo nível 1 de suporte.

Ela explicou que a intervenção precoce, aliada ao envolvimento da família, contribui para o desenvolvimento da autonomia e da qualidade de vida da criança.

“Nossa meta é preparar o Joaquim para a vida. Informação qualificada e amor incondicional são os combustíveis para mudar o futuro dessas crianças”, afirmou.

Da mesma forma, Larissa reforçou que a sociedade precisa conhecer melhor o autismo para reduzir preconceitos e ampliar as oportunidades de inclusão.

Inclusão depende de toda a sociedade

Durante o programa, as participantes destacaram que as mães atípicas enfrentam desafios que vão além das terapias e dos tratamentos. Elas também convivem com dificuldades relacionadas ao acesso aos serviços públicos, à inclusão escolar e ao preconceito.

Nesse sentido, as entrevistadas defenderam mais informação, respeito às diferenças e investimentos em políticas públicas que garantam atendimento de qualidade às pessoas com deficiência e às suas famílias.

Por fim, elas lembraram que a inclusão começa com atitudes simples de acolhimento e empatia no dia a dia.

Assista à entrevista completa

Mais do que apresentar histórias de superação, o Programa Edilson Correia em Comunidade buscou conscientizar a população sobre a realidade das mães atípicas e incentivar a construção de uma sociedade mais inclusiva.

A entrevista completa está disponível nos canais da TV Ingá e do Programa Edilson Correia em Comunidade no YouTube.

Ao assistir, deixe seu comentário, curta o vídeo e compartilhe o conteúdo com amigos e familiares. Além de ampliar o alcance da entrevista, cada interação contribui para que mais famílias tenham acesso a informações, acolhimento e exemplos de superação.

A inclusão acontece quando a informação chega a mais pessoas. E cada compartilhamento ajuda a fortalecer essa rede de apoio em Maringá e em toda a região.


Serviço

Programa: Edilson Correia em Comunidade

Tema: Mães atípicas, inclusão e Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Onde assistir: Canal TV Ingá e Edilson Correia em Comunidade no YouTube.

Participe: Inscreva-se nos canais, ative as notificações, curta, comente e compartilhe a entrevista. Isso ajuda a levar informação e esperança a outras famílias que enfrentam os desafios do autismo.

Edição: Edilson Correia

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