Com show do sanfoneiro Tercílio Men, evento marcou a reabertura do Centro Comunitário e reforçou a valorização da terceira idade em Maringá.

Na tarde desta sexta-feira (18), o Centro Comunitário do Jardim Alvorada foi revitalizado com música, dança e muita alegria durante o 1º Baile da Longevidade, evento voltado à população idosa da cidade. Mais de 300 pessoas participaram da celebração, que teve como destaque a apresentação vibrante do sanfoneiro Tercílio Men.

“É maravilhoso levar alegria através da música. Gostei muito do espaço e, principalmente, da energia contagiante das pessoas que participaram”, afirmou Tercílio, entusiasmado com a recepção calorosa do público.

A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Secretaria de Assistência Social, Políticas sobre Drogas e Pessoa Idosa e a Secretaria de Cultura, com apoio da rede de Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, presente nos CRAS (Centros de Referência da Assistência Social) e responsável por atender a população idosa em diversos bairros de Maringá.

Durante o evento, o diretor da Secretaria de Cultura, Adriano Bacurau, ressaltou a importância de espaços como o Centro Comunitário para a promoção do bem-estar social:
“É gratificante ver esse local novamente ativo, oferecendo lazer, cultura e integração à terceira idade. Um espaço da comunidade para a comunidade”, disse.

O secretário de Assistência Social, Leandro Bravin, reforçou que este é apenas o início de uma nova fase para o bairro. “A reabertura do Centro Comunitário simboliza um novo tempo. Este foi o primeiro de muitos eventos que virão, sempre com o objetivo de fortalecer os vínculos e valorizar quem tanto já contribuiu com a cidade”, destacou.

O presidente da Associação de Moradores do Jardim Alvorada também celebrou o momento: “Após anos com o espaço fechado, ver o centro cheio de vida novamente é motivo de muita alegria. A comunidade estava sentindo falta disso.”

O semblante dos participantes traduzia o espírito do evento: felicidade, reencontros e valorização. O Baile da Longevidade mostrou que envelhecer com dignidade é também ter acesso à cultura, ao convívio social e a momentos que fazem a vida valer a pena.