
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária proibiu os medicamentos Gluconex e Tirzedral em todo o país. Além disso, o órgão determinou a apreensão imediata dos produtos.
Segundo a Anvisa, os medicamentos não possuem registro no Brasil. Por isso, não podem ser comercializados, distribuídos ou utilizados.Anvisa
Produtos irregulares, segundo a Anvisa
De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, os produtos são divulgados como medicamentos injetáveis de GLP-1. Além disso, são conhecidos como canetas emagrecedoras.
No entanto, esses itens não possuem autorização sanitária.
Em nota, a Anvisa informou que “não há qualquer garantia quanto ao conteúdo ou à qualidade”. Por esse motivo, o órgão orienta que ninguém utilize esses produtos.
Além disso, a agência recomenda que profissionais e pacientes comuniquem a presença desses itens às autoridades.
Canetas emagrecedoras entram na mira
Os produtos Gluconex e Tirzedral fazem parte do mercado de canetas emagrecedoras.
Esse tipo de produto cresceu nos últimos anos. No entanto, também aumentou a venda irregular.
Além disso, muitos desses medicamentos são divulgados na internet. Por isso, a fiscalização foi intensificada.
Operação policial reforça alerta
Enquanto isso, uma operação reforça o alerta.
Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, agentes interceptaram um ônibus vindo do Paraguai.
A abordagem ocorreu em Duque de Caxias. No veículo, havia 42 passageiros.
Além disso, um casal que embarcou em Foz do Iguaçu foi preso.
De acordo com a polícia, os agentes encontraram:
- anabolizantes
- cerca de mil frascos de canetas emagrecedoras
Assim, a operação confirmou a entrada irregular desses produtos no país.
Orientação ao consumidor
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária reforça que medicamentos devem ter registro e prescrição médica.
Além disso, a compra pela internet aumenta os riscos.
Por isso, o consumidor deve evitar produtos sem origem comprovada.
Nota de responsabilidade
Esta matéria tem caráter jornalístico e informativo, com base em dados divulgados por órgãos oficiais, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e autoridades de segurança pública.
Edição: Edilson Correia
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